• Jesus de Nazaré - Prólogo: A Infância de Jesus | de Joseph Ratzinger Bento XVI

Jesus de Nazaré - Prólogo: A Infância de Jesus | de Joseph Ratzinger Bento XVI

Preço sob consulta
O produto encontra-se sem stock.

Detalhes da Obra

Título:
Jesus de Nazaré - Prólogo: A Infância de Jesus

Título original:
Jesus von Nazareth, Prolog. Die Kindheitsgeschichten

Autoria:
Joseph Ratzinger Bento XVI

Tradução:
António Ferreira da Costa



Detalhes do Artigo

Estado:
Usado / Capa com sinais de manuseamento - Apresenta vinco / Miolo em bom estado / Assinatura de posse

Capa:
Dura com sobre-capa

Editora:
Princípia

Colecção:
-

Edição:
1.ª

Ano de edição:
2012

Páginas:
112

Idioma:
Português

ISBN:
978-989-716-090-5



Sinopse

«Quis fazer a tentativa de apresentar o Jesus dos evangelhos como o Jesus real, como o "Jesus histórico" em sentido verdadeiro e próprio. Estou convencido - e espero que também o leitor possa dar-se conta do mesmo - que esta figura é muito mais lógica e, do ponto de vista histórico, até mais compreensível do que as reconstruções com que deparámos nas últimas décadas. Penso que precisamente este Jesus - o dos evangelhos - seja uma figura historicamente sensata e convincente. Somente se aconteceu algo de extraordinário, se a figura e as palavras de Jesus superaram radicalmente todas as esperanças e expectativas de então é que se explica a sua crucifixão e a sua eficácia. Cerca de vinte anos após a morte de Jesus, já encontramos, no grande hino a Cristo da carta aos Filipenses (2, 6-11), uma cristologia plenamente desenvolvida, na qual se proclama que Jesus era igual a Deus, mas despojou-Se a Si mesmo, fez-Se homem, humilhou-Se até à morte na cruz, e agora é-Lhe devida a homenagem da criação inteira, a adoração que, no profeta Isaías (45, 23), Deus proclamara como devida apenas a Si mesmo. Com razão a pesquisa crítica se põe a pergunta: O que é que aconteceu nestes vinte anos que se seguiram à crucifixão de Jesus? Como se chegou a esta cristologia? A acção de formações comunitárias anónimas, cujos mentores se procura descobrir, na realidade não explica nada. Como é possível que grupos desconhecidos pudessem ser tão criativos, convencer e deste modo impor-se? Não é mais lógico, mesmo do ponto de vista histórico, que a grandeza do fenómeno se encontre no princípio e que a figura de Jesus, na prática, tenha feito saltar todas as categorias disponíveis e deste modo tenha sido possível compreendê-la apenas a partir do mistério de Deus?»- BENTO XVI


Críticas de Imprensa

-