D'este Viver Aqui Neste Papel Descripto - Cartas de Guerra | de António Lobo Antunes
Detalhes da Obra
Título:
D'este Viver Aqui Neste Papel Descripto - Cartas de Guerra
Autoria:
António Lobo Antunes
Organização:
Maria José Lobo Antunes e Joana Lobo Antunes
Detalhes do Artigo
Estado:
Usado / Capa com ligeuiros sinais de manuseamento / Miolo em muito bom estado
Capa:
Dura
Editora:
Publicações Dom Quixote
Coleção:
-
Edição:
1.ª
Ano de edição:
2005
Páginas:
432
Idioma:
Português
ISBN:
972-20-2898-7
Sinopse
"As cartas deste livro foram escritas por um homem de 28 anos na privacidade da sua relação com a mulher, isolado de tudo e de todos durante dois anos de guerra colonial em Angola, sem pensar que algum dia viriam a ser lidas por mais alguém. Não vamos aqui descrever o que são essas cartas: cada pessoa irá lê-las de forma diferente, seguramente distinta da nossa. Mas qualquer que seja a abordagem, literária, biográfica, documento de guerra ou história de amor, sabemos que é extraordinária em todos esses aspectos (...) Este é o livro do amor dos nossos pais, de onde nascemos e do qual nos orgulhamos. Nascemos de duas pessoas invulgares em tudo, que em parte vos damos a conhecer nestas cartas. O resto é nosso."
Maria José Lobo Antunes e Joana Lobo Antunes
Do Prefácio
Críticas de Imprensa
"Os admiradores de António Lobo Antunes descobrem agora mais uma faceta do autor de Exortação aos Crocodilos. Das cartas que o então oficial médico enviou de Angola, entre 1971 e 1973, à mulher, Maria José (reunidas em D'Este Viver aqui Neste Papel Descripto), sai um homem apaixonado."
Albano Matos, DN
"Apesar do género epistolar, D? Este viver aqui neste papel descripto lê-se como se de um romance se tratasse. Um romance que tem como personagem principal um homem, um oficial, um marido, um escritor, um leitor, um médico, um filho, um irmão e um pai. Que, por acaso, se chama António Lobo Antunes."
Sara Belo Luís, Visão
"Lê-se como um testemunho privilegiado de um escritor que fala da guerra colonial em que participou [...]. Discreto nas implicações políticas (as cartas não escapavam à vigilância policial), mas terrível nas imagens que nos dá. Depois, há uma história de amor, frágil como todas, mas muito bela e tocante. E a tomada de consciência política [...] cruza-se no limite com a história de uma paixão [...] A não perder."
Eduardo Prado Coelho, Público
"Lobo Antunes expõe-se nestas missivas que ele nunca pensou que, algum dia, pudessem vir a ser lidas por mais do que uma pessoa. É o escritor que vacila perante o seu próprio talento (uma vezes) e o escritor que ousa achar-se genial (outras vezes). É o marido que está seguro de que é amado (umas vezes) e o marido que, à distância, tem dúvidas sobre a correspondência do seu amor (outras vezes). É por esta razão que D? Este viver aqui neste papel descripto contém, mais do que tudo, um homem lá dentro."
Sara Belo Luís, JL
| Marca | Publicações Dom Quixote |
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